Em meio a corredores hospitalares, salas de espera e espaços marcados pela vulnerabilidade, um som inesperado ecoa: o riso. É nesse cenário que a ProHumanos atua, uma organização da sociedade civil que encontrou na palhaçaria uma poderosa ferramenta de cuidado emocional e humanização.
Fundada em 2009, a ProHumanos leva presença, escuta e afeto a pessoas que, muitas vezes, enfrentam momentos difíceis.

A iniciativa reúne voluntários em diferentes regiões do Brasil, todos movidos por um propósito em comum: tocar vidas através da arte. Entre os rostos por trás desse trabalho estão Zilão Bueno, conhecido como Zilão, e Maria Rosa, a Léia que, além de artista, também atua como coordenadora e gestora geral dos projetos da organização.

“Nosso propósito é levar leveza para ambientes muitas vezes marcados pela dor, como hospitais, instituições de longa permanência para idosos e escolas”, explica Léia. Segundo ela, o trabalho vai além da performance: é sobre reconectar as pessoas com sua essência humana por meio do riso, da escuta e da presença genuína.
Atuando desde 2014 nas visitas hospitalares e intervenções sociais, Léia carrega histórias que traduzem a profundidade desse impacto. Uma delas permanece viva em sua memória: o dia em que a ProHumanos juntamente com instituições parceiras realizou o sonho de uma pessoa em fase terminal que desejava conhecer um circo.
“Montamos um circo todinho para ela, com picadeiro e tudo. Foi um dia mágico”, relembra. Momentos como esse revelam que, ali, o riso não é superficial, ele é um gesto de cuidado.

Para Léia, o humor tem um papel essencial na reconstrução emocional. “O riso tem o poder de aliviar dores, criar conexão e devolver dignidade. Muitas vezes, ele é o primeiro passo para que aquela pessoa volte a se sentir viva, vista é importante.”
Mas o impacto não acontece apenas em quem recebe. Para quem doa seu tempo e sensibilidade, a transformação também é inevitável. “Me ensinou sobre empatia, presença e amor ao próximo de uma forma muito profunda. Hoje valorizo mais os pequenos momentos e entendo que, muitas vezes, estar presente já é o maior cuidado que podemos oferecer.”

Em um mundo acelerado e, por vezes, distante, o projeto resgata o essencial: o contato humano. Seja por meio de uma gargalhada espontânea ou de um olhar acolhedor, a organização mostra que cuidar também pode ser leve.
No fim, talvez a própria definição venha de quem vive essa missão todos os dias. Para Léia, não há dúvida:
“ProHumanos é sobre levar amor em forma de presença, riso e humanidade. ProHumanos é lar.”
A Adria Energia é parceira do projeto desde 2025, fortalecendo-o por meio de direcionamento de parte da verba das adesões das faturas de energia para a iniciativa.
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